BAHIA: Governo presente cuida da gente

Tag: Tortura

Gildo, a recriação da Comissão dos Mortos e Desaparecidos Políticos e a vitória da esquerda na França

Só posso comemorar a recriação da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos por decreto do presidente Lula, no último dia 3 de julho. Instituição de estado, e não de governos.

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O trauma político que permanece

Chumbo, de Virgínia Ferreira, aborda o trauma que permanece e o modo como ele perpassa as famílias atingidas pelo período da ditadura civil-militar no país

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Integridade e resistência contra a ditadura

Filme da cineasta maranhense Isa Albuquerque se inscreve na atual e numerosa produção de documentários que rememoram a resistência, armada ou passiva, ao período ditatorial

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Relatório sarcástico: Dênis Casemiro (9/12/1942 – 18/5/1971). “Dos Filhos deste Solo”, Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio.

Nas duas últimas semanas de cada mês, Fórum 21 continuará divulgando histórias de mortos e desaparecidos políticos ocorridas durante a ditadura de ’64 – que durou mais de duas décadas -, e continuam impunes até hoje. Nesta edição, mais três casos deste mês de maio: Dênis Casemiro (9/12/1942 – 18/5/1971); Péricles Gusmão Régis (1925 – 12/5/1964); e Merival Araújo (4/1/1949 – 14/5/1973)

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Ex-preso político recorda a cronologia repressiva da ditadura militar de ’64

O Brasil ficou submisso aos Estados Unidos e o derramamento de sangue ocorreu com os assassinatos, torturas, sequestros, estupros, cabeças cortadas, extermínios, incinerações e sumiços de corpos.

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Suicídio forjado: Norberto Nehring (20/9/1940 – 25/4/1970). “Dos Filhos deste Solo”, Nilmário Miranda e Carlos Tiburcio.

“Ia” — a amada de Norberto, é Maria Lygia Quartin de Moraes, estava em Paris. Casaram-se em 1963. Marta — a adorada filha, então com 6 anos. Nice Monteiro Carneiro Nehring — mãe de Norberto. (Nesta data, há 53 anos, a ditadura cometia crimes bárbaros até hoje impunes).

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Geração 68: Memória Alexandre Vannucchi

Sobre a tortura e o assassinato do estudante Alexandre Vannucchi, Amaury Monteiro, também estudante na época e preso no período em que o fato ocorreu, relata a tortura que o Alexandre sofreu no DOI-Codi do II Exército, em São Paulo.
 
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