BAHIA: Governo presente cuida da gente

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A tragédia que o neoliberalismo escreveu

Durante os anos da troika, que duraram até 2014, Portugal viveu a maior recessão desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Aumento do desemprego para 25 por cento da população ativa, cortes nos serviços de saúde, pensões e salários, nos serviços públicos, na ciência e na cultura. A emigração forçada voltou a assustar. Cem mil pessoas por ano abandonaram o país.

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A luta da esquerda: Portugal, Itália, Espanha

Além da fragmentação, os movimentos de esquerda espanhóis enfrentam alguns desafios, entre os quais a perceptível mudança de valores na sociedade, que se torna mais secularizada e individualista, o que dificulta a predominância dos valores de esquerda, baseados na igualdade e na solidariedade.

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A miséria invade a Europa

Dois mil e quinze foi o mais cruel dos anos para os refugiados e também para os governos europeus que presenciaram o maior deslocamento de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial

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A Europa sob ataque da direita

Frente única da extrema-direita pretende reunir recursos e aumentar sua influência e importância no cenário da Europa. Unidos, estes movimentos serão capazes de representar o segundo maior grupo político no Parlamento Europeu, mais numeroso do que os tradicionais sociais-democratas

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O que vai pelo mundo

O mais dramático dos subprodutos deixados pelas mudanças climáticas é a fome que, em 2023, atinge 735 milhões de pessoas. Esse é o número informado pela FAO-Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Mas não são apenas as mudanças no clima do planeta as responsáveis pelas secas, inundações e ondas de calor. A pobreza é uma causa junto com os conflitos e guerras que destroem a agricultura, forçam o êxodo das pessoas e impedem o acesso aos alimentos. A fome é também causa de desnutrição, retardo no crescimento e morte. Além de provocar violência, conflitos e instabilidade social

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A Europa e a miséria

Dominada por sistemas neoliberais na economia e pela direita na política, a Europa de hoje contabiliza mais de 120 milhões de pessoas que vivem na fronteira da miséria numa população de pouco mais de 500 milhões de habitantes nos 26 países que compõem a União Europeia

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A visão distópica do mundo

As recentes eleições nas províncias alemãs e para o governo da Espanha levantam mais uma vez a preocupação com o futuro da Europa. Os partidos neonazifascistas apresentam-se hoje com votações acima de 15 por cento em 19 países e só não possuem representantes nos parlamentos da Lituânia, Malta e Irlanda. Cada vez mais a atuar como aliada preferencial da direita tradicional, a extrema direita articula-se em frentes, elabora planos internacionais e confia no que acredita ser inevitável: a conquista do poder em todos os países. É o vislumbre de um mundo sombrio, distópico e miserável.

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O continente fecha as suas portas

Os partidos políticos de cunho neofascista e outros também do campo da extrema direita acusam os imigrantes da falta de emprego, da criminalidade crescente, pelo ódio religioso e pelos ataques terroristas. O discurso populista e demagógico atrai grande parte dos eleitores de classe média e aqueles partidos radicais estão a chegar ou já estão no poder na Hungria, Polônia, Áustria, Itália, Suíça, Dinamarca, Noruega. Na França, o neofascista Rassemblement National (em português ‘Reagrupamento Nacional’), liderado por Marine Le Pen, é o novo nome do Front National (‘Frente Nacional’). Chegou perigosamente em segundo lugar nas últimas eleições para a Presidência da República

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Os crimes contra o jornalismo

Nos últimos cinco anos, 22 jornais pelo mundo foram fechados devido à pressão de governos em represália a matérias publicadas contra seus interesses. Muitos conseguiram sobreviver precariamente em edições online depois de terem colaboradores presos, sofrerem censura direta, perseguições fiscais e muitos processos judiciais que os inviabilizaram. Fica às vezes no público a impressão de que o fechamento foi devido a má administração ou desinteresse dos leitores quando na verdade foram sufocados e, podemos dizer, assassinados

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A América Latina e o Caribe podem salvar a Europa?

A atratividade da América Latina e do Caribe para a União Europeia é essencial para uma Europa em processo de reverter as dependências que a colocaram sob a influência da China, da Rússia e dos EUA. O potencial de inserção internacional do bloco é diretamente proporcional à necessidade da UE de reduzir suas fragilidades estruturais

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