BAHIA: Governo presente cuida da gente

Autor: Thalif Deen

Thalif Deen, chefe do escritório das Nações Unidas da IPS e diretor regional da América do Norte, cobre a ONU desde o final dos anos 1970. Ex-subeditor de notícias do Sri Lanka Daily News, ele também foi redator editorial sênior do The Standard, com sede em Hong Kong. Ex-oficial de informação do Secretariado da ONU e ex-membro da delegação do Sri Lanka nas sessões da Assembleia Geral da ONU, Thalif é atualmente editor-chefe da revista Terra Viva United Nations – IPS.

Assassinatos gerados pelo Estado atingem recordes

O ano de 2022 registrou o maior número de execuções judiciais em todo o mundo desde 2017, aponta Estudo da Anistia Internacional (AI). Houve notícias da execução documentada de 883 pessoas em 20 países, um aumento de 53% em relação a 2021.

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Foto: Unesco Este artigo faz parte da cobertura da IPS do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio POR THALIF DEEN NAÇÕES UNIDAS – A Organização das Nações Unidas (ONU) sempre foi uma ferrenha defensora da liberdade de expressão e de imprensa e, principalmente, do direito dos jornalistas de informar sem medo de

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Espionagem dos EUA dentro da ONU é uma história que se repete

O vazamento de relatórios de inteligência altamente classificados dos EUA mostra que Washington não apenas coletou informações de adversários, mas das Nações Unidas e vários países aliados…

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Legisladores dos EUA retiram da China o status de “nação em desenvolvimento”

A China, descrita como a segunda maior economia do mundo, depois dos Estados Unidos, pode realmente se qualificar como uma “nação em desenvolvimento”?

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Criminosos de guerra e agressores militares compõem o Conselho de Segurança

No dia 1º de abril, a Rússia assumirá a presidência do Conselho de Segurança da ONU por um mês. Não será o primeiro país acusado de crimes de guerra ou acusado de violar a Carta da ONU a ser membro ou presidir o órgão político mais poderoso do organismo mundial. Os EUA o presidiram enquanto cometiam crimes de guerra em Vietnã e Iraque.

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Aviões de combate? Sim. Balas de borracha? Não.

Se os aviões de guerra são legais e não podem ser usados para violar os direitos humanos, o mesmo não pode ser dito sobre as “armas de controle de multidão” não letais, como canhões de água, granadas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas, elásticos, que são usados principalmente contra manifestantes civis, armas usadas por democracias ocidentais como Estados Unidos, Espanha ou França.

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